Após ler o post dos Clássicos II, tivemos uma sessão nostalgia, lembrando a origem da Abada. Bons tempos.
O principio só havia Caos, as pessoas passavam e batiam nos nossos bonés, fazendo-o cair ou apertando-o em nossas cabeças. Outras vezes os tomavam-no de nós e corriam com eles pelo colégio, nos enfurecendo.
Mas um dia, queimado pelo fogo intenso da Raiva e do Ódio, Guilherme percebe uma movimentação estranha e vê que algo será feito com os pobres e indefesos usuários de bonés. Ele saca seu boné da cabeça, segurando-o pelo feixe, em posição de guarda, quanto o oponente se aproxima querendo deferir-lhe um ataque contra seu precioso artefacto [o boné] em um ataque rápido e preciso, um som corta o silêncio da tarde e um contra golpe fatal atinge o inimigo. Uma Abada precisa em seu braço. Ele grita de dor, o olhar de satisfação de Guilherme diz tudo. Zeh ao perceber a ferocidade do ataque comenta "nossa, isso deve doer muito", todos concordam. A nova arma contra aqueles crimes fora criada, a Abada!
Após um tempo, os usuários, depois de dominar a grandiosa técnica, ao perceber algum indicio de ataque, ameaçava os inimigos, só com o movimento de uma Abada no ar, o som fazia todos calarem-se e desistirem de seus planos maléficos.
Depois de algum tempo, a Abada, como toda arma de destruição em massa, tornou-se um instrumento de poder e seus usuários governaram o colégio por longos anos felizes.
Plim!
O principio só havia Caos, as pessoas passavam e batiam nos nossos bonés, fazendo-o cair ou apertando-o em nossas cabeças. Outras vezes os tomavam-no de nós e corriam com eles pelo colégio, nos enfurecendo.
Mas um dia, queimado pelo fogo intenso da Raiva e do Ódio, Guilherme percebe uma movimentação estranha e vê que algo será feito com os pobres e indefesos usuários de bonés. Ele saca seu boné da cabeça, segurando-o pelo feixe, em posição de guarda, quanto o oponente se aproxima querendo deferir-lhe um ataque contra seu precioso artefacto [o boné] em um ataque rápido e preciso, um som corta o silêncio da tarde e um contra golpe fatal atinge o inimigo. Uma Abada precisa em seu braço. Ele grita de dor, o olhar de satisfação de Guilherme diz tudo. Zeh ao perceber a ferocidade do ataque comenta "nossa, isso deve doer muito", todos concordam. A nova arma contra aqueles crimes fora criada, a Abada!
Após um tempo, os usuários, depois de dominar a grandiosa técnica, ao perceber algum indicio de ataque, ameaçava os inimigos, só com o movimento de uma Abada no ar, o som fazia todos calarem-se e desistirem de seus planos maléficos.
Depois de algum tempo, a Abada, como toda arma de destruição em massa, tornou-se um instrumento de poder e seus usuários governaram o colégio por longos anos felizes.
Plim!

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